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Estudantes dos EUA passam verão no Brasil com aulas e trabalho social

Consideradas universidades 'top', Harvard e MIT têm programas no país.
Jovens querem aprender português e conhecer bairros pobres.

Fernanda Nogueira Do G1, em São Paulo

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Estudantes de universidades top dos Estados Unidos estão interessados em estudos e trabalho no Brasil. Na última semana, um grupo da Universidade Harvard, considerada a melhor do mundo, desembarcou no país para aprender português e fazer trabalho social. Outro grupo chegou do conceituado Massachusetts Institute of Technology (MIT) para conhecer uma favela e desenvolver projetos sustentáveis que melhorem a vida dos moradores locais.

Estudante de Harvard em FlorianópolisEstudante de Harvard brinca com crianças de ONG em Florianópolis (Foto: Divulgação)

O interesse de estudantes, professores e pesquisadores estrangeiros pelo Brasil cresce com o desenvolvimento econômico e a proximidade das Olimpíadas e da Copa do Mundo no país, segundo o gerente do escritório da Universidade Harvard em São Paulo, Tomás Galli de Amorim. A instituição tem vários programas diferentes de estudos, trabalho e pesquisa no Brasil.

Para o programa de estudos da língua portuguesa aliado a trabalho social, houve 60 inscrições para 15 vagas, segundo Aaron Litvin, coordenador do programa de estudos brasileiros do centro de estudos latino-americanos de Harvard, chamado David Rockfeller Center for Latin American Studies.

O grupo está em Florianópolis, onde estuda pela manhã e trabalha à tarde na colônia de férias da ONG Cedep, no bairro Monte Cristo. Os jovens participam de atividades de leitura, música, dança, esportes e aulas de inglês e português. “Esse programa é um ponto de partida para poderem prosseguir os estudos sobre o Brasil”, disse Litvin.

Ben Wilcox, aluno de Harvard que veio estudar no BrasilBen Wilcox, aluno de Harvard, estuda português
e quer escrever sobre favelas (Foto: Divulgação)

Fazem parte da turma alunos de vários cursos como ciências sociais, ciência política, economia e literatura. Além dos Estados Unidos, há jovens de Canadá, México, Quênia, Romênia, França, Bahamas e Bolivia.

“A participação em um programa social ajuda os estudantes a ter uma visão da realidade brasileira e contribui para poderem entender questões de desigualdade social e a importância de contribuir para a inclusão, a educação e a criação de oportunidades no Brasil”, disse Aaron.

O aluno do curso de história de Harvard Ben Wilcox, de 20 anos, faz parte do grupo de estudantes que está em Florianópolis. Antes de vir ao Brasil, o norte-americano de Chicago estudou português por três semestres. “O mais interessante é poder praticar com os meninos. É mais difícil”, disse Wilcox.

Entre uma atividade e outra na ONG, o estudante disse que aproveita para divertir as crianças jogando basquete. “Eles gostam de ver um americano de dois metros de altura jogando”, afirmou. Diversão à parte, Wilcox planeja escrever sobre favelas brasileiras na tese final da universidade.

“Pretendo voltar em julho para trabalhar em São Paulo e pesquisar mais sobre favelas. Já estudei favelas do Rio de Janeiro, mas não sei nada sobre as de outras cidades. É muito mais complicado do que usualmente é entendido nos Estados Unidos e mesmo no Brasil”, afirmou.

Soluções
Enquanto os jovens de Harvard estudam em Florianópolis, um grupo de alunos do Massachusetts Institute of Technology (MIT) passou duas semanas imerso na realidade de um bairro pobre de Embu das Artes, em São Paulo, em busca de soluções sustentáveis que pudessem melhorar a condição de vida dos moradores.

O trabalho foi feito em parceria com estudantes da Universidade de São Paulo (USP) e da Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), além da ONG Família Inês, formada por jovens do bairro Santo Antônio.

Estudantes do MIT em Embu das Artes (SP)Grupo de estudantes posa com moradores do bairro Santo Antonio em Embu das Artes (SP) (Foto: Divulgação)

Os jovens, 12 deles do MIT, passaram a primeira semana conhecendo os problemas e a segunda semana desenvolvendo projetos de melhoria nas áreas de água, energia, lazer e moradia. O programa do MIT envia estudantes de engenharia e outras áreas de exatas todo ano para países diferentes, como Índia, Tanzânia e Brasil. Vieram ao país alunos americanos, da África do Sul, de Gana, além de brasileiros.

Karine Tiemi Yuki, de 19 anos, que faz o segundo ano de graduação no MIT, é de São Paulo. Ela lidera o grupo da universidade no projeto. Na universidade, o foco principal dos estudos dela são as áreas de ciências políticas e física. “No ano passado fui à China. Neste ano, fiz questão de vir para o Brasil, porque é meu país”, disse.

Estudantes de universidades brasileiras aproveitaram a oportunidade para fazer contatos. Felipe Hessel de Paula, de 19 anos, que faz o primeiro ano de ciência da computação na UFSCar, fez questão de participar quando soube que haveria estudantes do MIT. “Queria ter contato com estrangeiros”, afirmou.

Charles Cristian Miers, de 36 anos, que faz doutorado em engenharia da computação na USP, participa pela primeira vez do projeto. “Pretendo aplicar os conhecimentos que tenho nos projetos”, disse.

Parquinho projetado e construído por estudantes do MITParquinho em Embu das Artes (SP), projetado e
construído com participação de estudantes do MIT
(Foto: Divulgação)

Os projetos do grupo resultaram na construção de um parque para as crianças, em melhorias no campo de futebol, em um guia para o tratamento de água, manuais e protótipos para a confecção de uma tampa para poços e uma bomba d’água.

Doações dentro e fora da comunidade, mão de obra dos próprios moradores, material reciclado e materiais descartados foram algumas das soluções encontradas pelas equipes para contornar obstáculos financeiros, segundo Miguel Chaves dos Santos, de 25 anos, formado em mecatrônica pela USP e coordenador do projeto.

"O objetivo mais importante é trabalhar com os moradores da comunidade e não trabalhar para as pessoas da comunidade. O incentivo a essa atitude é essencial em comunidades mais pobres para mostrar que é possível desenvolver e implementar soluções sem a necessidade de sempre esperar por orgãos governamentais", disse Miguel.

Fabiano Malaquias Souza da Conceição, de 30 anos, é um dos criadores da ONG Família Inês, que tenta tirar crianças e adolescentes da rua. Apenas com investimentos dos próprios integrantes e por moradores do bairro, a ONG promove cursos, como música e artesanato, além de eventos para os 30 participantes de 11 a 17 anos, com a ajuda de voluntários. “Já procuramos o poder público, mas só tem promessa. Acham que somos um bando de moleques”, afirmou.

A ONG é formada por oito jovens do bairro que conseguiram chegar à faculdade e querem fazer outros estudantes da região a acreditar que podem fazer o mesmo.

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The Holy Bible

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The HOLY BIBLE contains the mind of God, the state of man, the way of salvation, the doom of sinners, and the happiness of believers. Its doctrines are holy, its precepts are binding, its histories are true, and its decisions are immutable. Read it to be wise, believe it to be safe, and practice it to be holy. It contains light to direct you, food to support you, and comfort to cheer you. It is the traveler's map, the pilgrim's staff, the pilot's compass, the soldier's sword, and the Christian's charter. Here Paradise is restored, heaven opened, and the gates of hell disclosed. CHRIST is its grand subject, our good the design, and the glory of God its end. It should fill the memory, rule the heart, and guide the feet. Read it slowly, frequently, and prayerfully. It is a mine of wealth, a paradise of glory, and a river of pleasure. It is given you in life, will be opened at the judgment, and be remembered forever. It involves the highest responsibility, will reward the greatest labour, and will condemn all who trifle with its sacred contents

Audio Bible - Old and New Testament - MP3 files - Book of Matthew

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Fale inglês como um americano

por Adir Ferreira

Fale inglês como um americano

Em todas as línguas há certas expressões e modos de dizer as coisas que os livros didáticos não trazem, têm de ser aprendidos “na raça”, seja morando num país estrangeiro ou fazendo uso de recursos que trazem o inglês real, como assistir filmes, séries e programas da TV de países de língua inglesa.

Vamos aprender algumas frases e expressões bem comuns do dia-a-dia e que geralmente não são ensinadas nos cursos de inglês.

1. Como assim? – How’s that? What do you mean?

2. O que você está aprontando? – What are you up to?

3. Só a título de curiosidade. – Just out of curiosity.

4. O médico cancelou a consulta em cima da hora. – The doctor cancelled the appointment in short notice.

5. Ela tocou no ponto fraco. – She touched a nerve. She struck a nerve.

6. Como é que é? – Come again?

7. Tenho um carro em vista. – I have a car lined up.

8. Será que isso dá? – Will that do? (Será que isso é suficiente?)

9. De cabeça, não sei te dizer quantas pessoas havia na festa. – Off the top of my head, I can’t tell you how many people were at the party.

10. Tomamos uma saideira? – Let’s have one for the road, shall we?

11. Fique à vontade. – Make yourself comfortable.

12. Eles estão juntos. – They’re an item. (estão juntos num relacionamento)

13. Já passou da hora de você fazer isso. – It’s about/high time you did this.

14. Ah é? – Is that so?

15. Sei lá! – Beats me! Do I know!

16. da noite para o dia – overnight

17. Não é minha praia. – It’s not my thing.

18. Não que eu saiba. – Not that I know of.

19. Deixa que eu falo. – Let me do the talking.

20. por conta da casa – on the house

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